A equipe do projeto LXQt anunciou o lançamento oficial da versão 2.5.0 do seu ambiente gráfico leve baseado em Qt. O marco encerra definitivamente o vínculo histórico com seu antecessor em GTK: o LXQt deixou de depender do menu-cache, removendo a última dependência remanescente do projeto clássico LXDE.

Notas oficiais de lançamento do LXQt 2.5.0 no GitHub, destacando a migração para o Qt 6.10 e a independência do menu-cache. Fonte: GitHub/lxqt.

Autonomia com LibFM-Qt e melhorias de terminal

O gerenciamento de menus e cache agora é realizado por rotinas nativas integradas à biblioteca libfm-qt, proporcionando inicialização mais rápida e menor consumo de recursos:

  • Base no Qt 6.10: o requisito mínimo de compilação e execução foi elevado para o Qt 6.10.0, aproveitando otimizações do toolkit gráfico.
  • Evolução do QTerminal: o emulador de terminal padrão recebeu suporte a hiperlinks OSC-8, campainha visual, notificações por inatividade (silence notification), seleção com Shift+clique e novos modos de plano de fundo.
  • Busca incremental no PCManFM-Qt: o gerenciador de arquivos agora permite interromper pesquisas extensas diretamente na barra de status mantendo os resultados parciais, além de opção para desativar o cache de papéis de parede em prol da qualidade máxima da imagem.
  • Ajustes de compatibilidade: a equipe registrou que o libkscreen-6.8 removeu suporte direto ao X11, impactando o configurador de monitores; uma atualização pontual subsequente restaurará a funcionalidade via chamadas diretas ao X11.

O código-fonte e o anúncio completo estão disponíveis no repositório oficial do LXQt no GitHub.